3 conhecimentos básicos sobre aeronaves que o comissário de bordo precisa ter

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comissário de bordo

O comissário de bordo é aquele profissional que nos recepciona quando embarcamos no voo. Ele também nos ajuda quando temos qualquer tipo de problema a bordo, fornece instruções de segurança e serve o lanche. Quando chegamos ao destino, são eles que nos desejam uma boa estadia e agradecem em nome da companhia. Mas não é apenas para nos receber bem que esses profissionais estão ali.

Se tudo correr bem e como planejado, felizmente essas serão as únicas funções que veremos serem aplicadas. Mas a verdade é que o comissário de bordo está preparado para assumir o controle de diversas situações diferentes: desde conflitos durante o voo, até em casos de emergência quando atua como agente de segurança.

Por isso é tão importante que eles sejam profundos conhecedores da área que atuam. Veja agora 3 conhecimentos básicos sobre aeronaves que o comissário de bordo precisa ter.

1. Os conhecimentos sobre aeronaves aprendidos em aula

Quem não está acostumado com o setor pode se surpreender com a quantidade de informações que um comissário de bordo deve saber sobre aeronaves. No curso preparatório eles aprendem sobre todas as partes que compõem o avião e suas classificações.

Por exemplo tipos diferentes de asa e seus componentes: extradorso, intradorso, bordo de ataque, bordo de fuga, raiz da asa e ponta da asa. Também trens de pouso e suas classificações de acordo com a superfície que trabalharão (litoplano, hidroplano e anfíbio) ou fixação à fuselagem (fixo, retrátil, escamoteável).

Esses são apenas dois critérios dos muitos que existem. E cada um deles fornece uma classificação diferente das aeronaves das quais fazem parte. Também é possível fazer isso de acordo com o tipo de motor e superfícies de comando, por exemplo.

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2. As definições que o comissário de bordo precisa saber de acordo com a lei

Entre todas essas partes das aeronaves que o comissário de bordo precisa conhecer, também são importantes as definições sobre elas. Ou seja, como exatamente elas são classificadas e definidas de acordo com a legislação brasileira. Pode parecer burocrático num primeiro momento. Mas todo esse conhecimento será fundamental não apenas para a aprovação na prova da ANAC, mas principalmente porque interfere diretamente na regulamentação da profissão de aeronauta.

3. Os conhecimentos adquiridos a cada novo emprego

Além de todos esses conhecimentos sobre aeronaves que o comissário de bordo aprenderá ainda durante o curso, existem aqueles que são adquiridos depois de empregado em uma companhia aérea. De acordo com a regulamentação da ANAC, assim que ingressarem em uma nova empresa, todos os comissários deverão ser instruídos sobre a aeronave na qual irão trabalhar.

Essa instrução deve ser teórica e prática, e pode acontecer em uma aeronave em solo ou em um simulador. Essa habilitação deve ter, no mínimo, 27 horas-aula. Posteriormente, o mesmo profissional deverá fazer estágio em voo de 15 horas no mínimo. Para tanto, ele será acompanhado por um profissional credenciado pela ANAC. Com todas essas aulas completadas, será expedida uma licença e o Certificado de Habilitação Técnica (CHT) para que o comissário de bordo possa exercer suas funções.

Como você pode perceber, um comissário de bordo deve ser uma pessoa que gosta de aprender sobre os mais diversos assuntos. O conhecimento básico sobre aeronaves é o mínimo, uma vez que esse será o seu local e objeto de trabalho. Existem ainda diversos outros pré-requisitos para exercer essa profissão.

Você tem o sonho de se tornar um comissário de bordo? Conte nos comentários quais são as suas expectativas quanto à profissão.

 

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